Insustentável leveza da Zica!
“_ Deu zica!”. Foi a frase que mais repeti nos últimos 10 dias. Nesse breve período, sofri descontentamentos nas áreas mais importantes do mundo moderno: computadores e telefonia. Trago abaixo uma pequena amostra.
De qualquer forma, o importante é aprender a rir (ou mostrar a quem ria da sua desgraça), ao invés de simplesmente cair de joelhos no chão, abrindo os braços aos céus, gritando “_ POR QUÊÊÊ...!?!”. E lembrar de na 2a.-feira ligar para o Procon.
Pegadinhas do Malandro da Claro:
Uma planilha de 400 linhas:
Senha segura; nem eu posso saber:
Só eu vi maldade nesse estacionamento ?

Voltei agorinha da Farmácia.
Lá tem daquelas balanças que pesam, medem a pressão, o diabo. Subi na bichinha e o display de peso começou a rodar os segmentos no visor (num nítido sinal de "pensando", a la ampulheta do Windows).
Depois de 4 segundos sem resultado, eu já prestes a descer, ouço uma voz em alto e robótico tom:
"ERROR ERROR ERROR".
Logo em seguida, mostrou meus [não tão] orgulhosos 3 dígitos de massa. Admito: 3 kilinhos abaixo do devido.
Não era de se espantar esse deleite paradoxal: a máquina disse Error (3x) e depois mostrou um resultado.
Prefiro acreditar na boa-fé (ou comprar uma boa verdade). Não é todo dia que uma máquina me faz um galanteio dessa grandeza (3kg).
Na próxima, coloco algumas moedas só para ouvir: "_Meniiiino, mas como você está magro!".

Não achei o termo correspondente no vernáculo para Narratophilia (aquela tara em dizer palavras obscenas).
Na verdade, só imaginei o que fazer se uma fêmea, durante o ato, me gritasse:
"_ DO me like a WOOKIE !!".
...
Por quê? Não sei.

Adeus Amigo.
Quando te conheci, não imaginei que nossa relação duraria tanto. Contigo descobri muito do que sei, sobre mim e sobre o mundo em geral.
Muitas das coisas mais importantes na minha vida você presenciou. Sempre lá, ao meu lado. Nas mais rebuscadas e duradouras noitadas, nas festas e na melancolia; seja na soturna solidão ou na fartura de companhias, você esteve comigo.
Não conseguia pensar em sair para me divertir, beber, encontrar gente sem você. Até nos menores momentos do cotidiano, você sempre me acompanhou: uma ida ao mercado, uma volta na cidade, um minuto de introspecção. Com o tempo, sempre implacável, você se tornou minha mão direita.
É que, admito, nossa relação chegou num ponto nocivo. Temos sonhos e pretensões diferentes. Nossa personalidade já não bate como antes; nos apegamos demais e deixamos isso passar despercebido, relevando muita coisa que hoje pesa muito. A magia se perdeu com isso.
Com certeza nos veremos por aí, numa festa ou num momento de dificuldade em que você estará lá, solidário como sempre. Afinal, temos muitos amigos em comum.
Não te desejo mal, de forma alguma: minha benquerença por ti não se alterou. Só preciso cuidar e respeitar mais a mim mesmo; preservar meu peito um pouco.
Te digo adeus, mas pode ser até logo. Espero de coração te ver, só que com menor intensidade, com menor freqüência. Talvez até às escondidas.
Não é a primeira vez que nosso relacionamento beira a ruptura, mas é a primeira vez que acredito ser o melhor a fazer.
Um abraço. Ou um trago.

Dia dos Namorados; data comercial, santa, o diabo.
Ganhei de um cara (casado, qualé !...) um clip! Ainda pensei no ônibus num sentido legal daquilo (porque o motorista não ligou a luz de leitura e não tinha mais o que fazer). Ora, clips servem para manter as coisas juntas! Como um amor, ele se deteriora mas também se recicla (seja de alumínio ou plástico).
Considerando minha alergia a alumínio, meu amor se reduz à metade de plástico (que, de praxe, é também inflável). >=D
Mas toda essa imaginação positiva se foi quando cheguei em casa e o ultimato da solteirice veio da genitora: "Amanhã, você pega uma imagem de Santo Antônio, deixa de ponta cabeça e mergulhada na água, pra te trazer uma namorada!".
Pensei: "Meu, como qualquer católico poderia EXTORQUIR UM SANTO?!?". Eu, ainda que no meu paganismo, queria mais é pegar um Santo Antônio, deixá-lo bem confortável numa cadeira, encher nossos copos e negociar. Benefício limpo! No auge da embriaguez, iríamos conjurar contra as fêmeas, falar das relações passadas e jurar amizade eterna. Se o dono do bar me visse abraçar um santo ensopado de cerveja, me expulsaria do bar. "Extorsionário maldito, cão entusiasta da Reforma!" - pensaria eu.
Ou não. Não tenho pensado em nada. É uma fase Bacalhau: salgado e sempre sem cabeça. (wakka-wakka-wákka!...)

Estava aqui tentando me localizar no universo. Sem metáfora; o Google Maps dá as coordenadas na Terra, mas eu queria era definir a localização DA própria Terra. Considerando minha ignorância em astronomia, ficaria algo como: [Classificação Hubble] Universo - Grupo Galáctico Local - "Via Láctea" - Espiral 4 - Sistema Solar 3 - Planeta 3. Daí, as coordenadas geográficas (ex.: 23º54´16" S, 46º57´36" W).
Enfim, em todo esse devaneio útil pra caramba, acabei descobrindo (via dicionários) que Láctea é o sêmen dos peixes!! Esperma.... e o que é pior: de PEIXE!! Que eu odeio!
Pô! Tá explicado então esse mundo todo errado. Ó só também onde estamos. Eis donde veio o aspecto leitoso dos céus; the milky american way.
Ainda olhando pras nuvens, lembrei das expressões de alegria quando dizem por aí: "Você caiu do céu!"... Pô! Isso era pra ser elogio?! Cair do céu não significa ser exilado do paraíso? Chutado por Deus? Renegado moralmente?... Não pode ser boa pessoa alguém que caiu do céu.
Apesar que, considerando a natureza seminal lá de riba, é melhor ficar em terra firme. Não cheira tão mal assim...

6a insólita:
Foi daquelas semanas que nem se vê passar, apesar dos pesares.
Na semanal dúvida do "Como vou embora hoje?", soube que iria de carro (desses de semi-luxo). Daí tracei minha segunda metade da 6a: vou de carro até a aula de piano e, de lá, migro pra casa.
Ainda estranhando o carro - apesar de ter lido o manual -, a 5 quadras da escola, acompanhei aquela curta agonia da máquina (que ameaçava morrer), seguida da luz vermelha no painel e da parada brusca. Como qualquer humano com paciência e capacidade de compreensão, a primeira coisa que se pensa é "Puta merda! Que diabos...?".
Em vão, tentei a partida umas 10 vezes, sob a pressão das buzinas e de uma senhora que queria estacionar na garagem de sua casa.
As crianças que brincavam na rua, prontamente, se ofereceram para empurrar e livrar o caminho.
Depois dos protocolos e ligações de praxe, tentei me situar fisicamente. Eu já sabia onde estava no mapa; o que eu não tinha percebido era como a vida fluia ao meu redor, naquela porção de espaço. Tudo simultâneo: as crianças brincando, uma senhora sendo acudida pois havia acabado de cair na calçada, garotas lavando a calçada, um bar lotado, duas senhoras fofocando as doenças dos conhecidos... Embora eu já tivesse essa consciência, de repente o defeito do carro (que eu quase lamentei) se tornou mais ainda um fatinho qualquer, digno de uma risada. Bom, daí já se definiu: o bucolismo daquela semana seria de guincho, que chegou breve.
No caminho, mais que um profissional terceirizado de uma seguradora, fui conversando com um humano que me contava (do seu jeito) as experiências de vida e as decisões tomadas. Aquele tipo de papo genérico, que acaba reforçando alguns valores na vida, esclarecendo que não haveria nenhum segredo nos meus anos dali pra frente.
Fui percebendo como essa abstração frívola, que nos separa dos outros animais, tem sido mal utilizada - e, no fim das contas, não faz muita diferença quando olhamos pra trás. É que, com tantas ´novidades´ cotidianas, com tantas micro-experiências e novos rostos naquele dia, consegui achar alguns padrões; reconhecer alguns valores que são comuns à maioria da espécie. Nenhum deles são ensinados; são extraídos à marra, pelo tempo. E as diferenças, creio, são essencialmente fruto de romantismo, falhas na educação e mau uso do intelecto. No fim, é tudo bicho, sem um adestramento padronizado.
E por que alguém chamaria de tragédia um episódio tão rico e inofensivo desses? Que costume besta é esse, de se vitimizar e achar que a vida pesa tanto? De onde vem essa má educação?
Na verdade, escrevo o fato mas não tirei conclusões. Porque não há segredos; porque nada fugiu de um cotidiano coletivo. E, assim como a boa música e o timing da comédia, a vida também é construída em contratempos.
.. Na verdade, uma conclusão (tão irônica quanto embaraçosa): apesar de não comprovado, na próxima vez vou tentar colocar gasolina.



Torrando um pouco...
Eu precisava mesmo era de livros pra concurso; desses com resumos resumidos e etc. Mesmo que eu achasse, talvez não confiasse o bastante para comprá-los. Então, aproveitando que essa semana ativei o gene “gastar com livros”, comprei alguns. Vou tentar devorá-los em poucos dias. Aliás, os que estão com borda vermelha são os que já li:
Se a borda vermelha não estiver visível, Ráá!! Bem vindo(a) ao meu mundo.

Bizarrias frasais da semana
"Sopa Suculenta"
(último posto antes do Rodoanel)
"Modo de usar: Use generosamente, na medida do necessário."
(embalagem do creme ´bálsamo para os lábios´, da empresa Mary Kay)
(pedaço da caixa de amaciante Fofo!!)
Foto: Tati...........Iluminação: Mee Man...........Modelo: [omissis]

Londres. Julho de 1968...

Zeitgeist
Meados de 1994. Foi quando um amigo me levou 2 CDs de uma banda, sem compromisso, para eu ouvir e falar o que tinha achado.
Siamese Dream e Gish; fui fisgado nessa ordem. Era época em que apenas estudava a 6ª. série de manhã; passava as tardes e noites ouvindo música e usando o computador (sem Internet àquele tempo - apenas jogos no DOS). Quase não saía de casa... Foi ouvindo repetidamente aquelas músicas que engrandeci minha alma, na medida em que minhas interpretações alcançavam e minha idade permitia. As únicas guitarras que eu tinha deixado passar até então eram do Metallica e, certamente, Beatles e Lennon. Tinha debutado com música erudita; depois Madonna e Michael Jackson (inegavelmente impregnados de arte), e adentrava o ríspido som de Hendrix e Doors. De repente, vi-me eivado dessa nova essência, mais fiel a mim.
Só na 8ª. Série (em 1996) que descobri Mellon Collie and the Infinite Sadness. Foi um chute na têmpora, seguido de lágrima. Uma explosão em todos os horizontes da minha pacata vida; um conceito Enorme e Novíssimo pra sorver e aglutinar. Foi nessa fonte que mergulhei de cabeça, e nado até hoje.
Fato engraçado é que, concomitante ao álbum - com a belíssima Thirty-Three - meu número de chamada naquele ano foi 33 e a TV do meu quarto tomou a liberdade de mudar a Globo, do canal 12, para 33!! Toda a arte embutida no álbum, implícita ou explícita, marcou minha forma de interpretar o mundo e seus habitante, me influenciando mais que tudo, até os dias atuais.
Só em 1998 fui ouvir o Pisces Iscariot, lançado em 94. O que mais ouvia falar era da música Starla e, como estava submerso no ambiente musical deles, eu imaginava a música; o tempo, o ritmo, o tipo de efeito e polifonia, a voz dele e a progressão de distorção. Pimba! E-xa-ta-men-te como eu imaginava!!! Lindíssima de ouvir e, como a maior parte das músicas deles, preenchia TODO o ambiente.
Nota: Preferi usar ´Pimba!´ a usar ´Bingo!´; do jeito que tá a coisa, fiquei com medo de fecharem o blog também...
Foi também o ano em que conheci a box que, somada ao Mellon Collie, tornavam cada single, ou álbum, uma raridade única, com um cheiro próprio, arte própria, cores características e um gostinho peculiar. Ainda no famigerado e (con)sagrado 98, tive a chance de vê-los ao vivo no saudoso ´Programa Livre´. O trabalho era do álbum Adore que, infelizmente, só fui conhecer em 1999/2000. Nessa época, o rumor dava lugar ao fato: a banda estava no fim. Mas eu não me sentia abandonado; apenas levemente consternado pois toda a atmosfera do Mellon Collie ainda me preenchia.
Tempos depois ouvi atentamente o Adore e o Machina.
Baixei o Machina II e copiei o Greatest Hits - que me acrescentaria Soot and Stars.
Nesse ínterim todo, conheci outras bandas; de flertes a grande paixões. Amadureci, enrijeci, morri, mas renovei e revivi. E a profecia que eu conhecia em 98, do ano de 2007, se cumpriu.
Não sei ainda qual o tamanho dessa promessa. Zeitgeist é um conceito gigante, que ainda não tive tempo para estudar. Desconheço a imensidão desse novo trabalho; dessa volta e recomeço, que retoma tantas coisas mas pretende inovar em tantas outras. O conceito ainda me é incerto. Mas uma coisa já é certa: estou pronto pra mergulhar de novo...

Côusa Rápida
Num só email da Globo.com hoje:
Políticos serão excomungados
Excomungar políticos que são pró-aborto?! Dentre os pecados, longe de ser o maior. Se é pra apurar pecados e penalizar com excomunhão, que façam logo a "CPI da Bíblia".
Políticos recorrem a Médium para pedir tempo bom
Recorrer a médium pra não chover?! É esse o exemplo da administração??... Pra diminuir a tributação também; ao invés de recursos e outras coisas inúteis, vão regulamentar a ´Reza-Braba´, entre outros.
Língua portuguesa será unificada entre países
"Uma das idéias é economizar acentos."- Que Vergonha!!!!
... fácil que eu me sinto no século errado.
Jornal Jurid hoje:
Dono de loja é condenado a indenizar segurança por ofensas
Bichas!!
Casal é indenizado por não viajar na classe pela qual pagou
Bichas!!
Não havendo pagamento, não há compra
Bichas!!
Trocando em miúdos, nada a dizer hoje.

Fui à Brasília-DF hoje. Vôo às 7:50am; levantei às 5:00.
Acordei bem disposto... disposto a mandar tudo pro inferno e voltar a dormir. Mas era trampo de office-boy deluxe. Bate-volta rapidão.
Me perguntaram se eu veria o Lula... só se fosse o Lula Molusco; choveu quase o dia todo.
Muita gente no aeroporto de lá; 150 metros de fila pra pegar um táxi. Quase (quase!) entendi o mapa da cidade. Poucas ruas tem nomes, já que é tudo dividido em Setores, Blocos e Quadras. Isso reforça a impressão que eu tive da cidade.... já falo.
Chegando ao fórum, o primeiro dos nativos foi um segurança que me perguntou: "Você viu o chiclete grudado na sua calça?"... Putz. Primeira surpresa da cidade.
Ouvimos falar que Brasília é um antro, que lá só tem sujeira e etc.; não achei que fosse tão verdade isso. Bom, não tinha muito o que fazer senão ignorar o resto de chiclete que não consegui tirar na unha.
Depois, resolvi dar uma volta de táxi, assim, pra conhecer a capital do país.
Vi o Supremo Tribunal: bem menor do que eu esperava.
Vi a Estátua da Justiça: bem menor do que eu esperava.
Vi o Palácio da Alvorada (casa do presidente ´Sapão´, de acordo com o taxista): bem Maior do que eu esperava. Só no gramado da frente, dá pra trazer Pearl Jam tranquilamente.
E o Congresso Nacional não fica no meio do nada, como parece nas fotos.
Passei pela Ponte JK, com seus arcos. Bem bacana; ela nos levou à área phoooda ($$$) da cidade cheia de mansões (90% eram rodeadas com cerca viva.. faltou criatividade pra tanta grana).
Mas, enfim, a maior parte da afrociberdelia arquitetônica em Brasília é menor do que eu pensava. A cidade é totalmente planejada, tudo beeem separado e quase nenhuma calçada.
Só pude concluir que Brasília é: um enorme Condomínio Fechado e Despovoado. Sem brincadeira... Só faltou pendurar no retrovisor do carro um crachá plastificado, escrito "Visitante".
De volta ao Aeroporto, fui tentar adiantar o vôo. Fiz questão de mencionar à loira do Check-in: "Viu, tem como me colocar na fileira da saída de emergência? Lá é mais largo um pouco...". Pô, meus joelhos sofrem. "Ok" - disse ela. Então, Ok.
Nesse ínterim, fui carregar o celular. Um restaurante/bar no aeroporto, que servia Chopp Kaiser !! (guarde bem esse nome. Chopp Kaiser. É uma má-referência e tanto).
Lá, o cara me disse que recarregava celular da Vivo, e não tinha problema ser de São Paulo. Pô, maravilha. Só que ele disse se podia ser recarga de R$ 17,00. "!!???!?!" - pensei na hora. Ah, tudo bem. Fiquei tentando inserir os créditos e nada. O celular não estava funcionando. Guardei o comprovante e depois eu iria tentando recarregar; normal de acontecer.
Entrei no avião de volta (com a leve-quase-imperceptível uma polegada de mancha de chiclete de morango na calça), e fui andando até a fileira da saída de emergência. Aquela, em especial, parecia bem mais espaçosa que dos outros aviões. Na semi-penumbra da máquina, viam-se raios de sol alumiando aqueles mais-confortáveis assentos. Não é à toa que lá estão as saídas de emergência, representando toda a salvação dos passageiros. A esperança e - por que não dizer? -, a Vida do avião!!
Com os joelhos já flexionados, pronto pra sentar, li sobre mim: Fileira 12. Chequei no meu bilhete: Assento 11-C. Onze!!!! O mais apertado de todos. O banco nem reclina, por causa da saída de emergência; fiquei lá, apertado, manchado, observando os felizardos que sentavam atrás de mim. Foi minha Segunda surpresa.
E, como sempre, os imbecis à minha frente acham que banco é divã. Sempre ficam batendo o banco nos meus joelhos, como se tivessem emperrados. E, sempre que eu bobeio (ao esticar as pernas para o lado), o maldito descobre e aproveita a chance. Aí eu fico me sentindo uma sardinha numa lata. Ou um chiclete na embalagem... ¬¬
Mas foi tudo Ok até aí (tirando que minha cabeça dormente foi atropelada duas vezes pelas aeromoças e, por um triz, quase atingida pelo carrinho de bebidas).
Assim que pousamos, já fiquei tentando inserir os créditos no celular. Depois de 2 atendentes e 15 minutos de lenga-lenga e música ruim do ´hold´, me vêm a Terceira surpresa: aqueles créditos JÁ haviam sido usados para outro celular, e também não funcionariam em São Paulo! "Putz Putz Mega Putz!" - pensei (ou algo assim).
Fui vítima da corrupção de Brasília!!! Por todos os lados, enganado e manchado.
Enquanto a atendente da Vivo com sotaque nordestino anunciava, em longas palavras, que eu me fodi de verde e amarelo, o Galvão Bueno passava pela minha frente, de branco (parecia o figurino do Fábio Jr.).
Mas foi legal. Da próxima, não vou. =]
